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Os brasileiros terão que esperar mais um pouco para acompanhar os brasileiros Gabriel Medina e Tatiana Weston-Webb nas semifinais do torneio de surfe dos Jogos Olímpicos de Paris (França). Isto porque o mar de Teahupoo (Taiti) não apresentou boas condições neste sábado (3) e a organização do torneio de surfe informou que a disputa foi adiada para a próxima segunda (5), último dia da janela de competição.

Gabriel Medina chega com moral após derrotar o também brasileiro João Chianca nas quartas de final. Agora o surfista de São Sebastião medirá forças com o australiano Jack Robinson para buscar uma vaga na grande decisão.

Na disputa feminina o Brasil será representado por Tatiana Weston-Webb, que enfrentará na semifinal a costarriquenha Brisa Hennessey, que superou a brasileira Luana Silva por 6,37 a 5,47 nas quartas de final e impediu uma semifinal brasileira no feminino. Fonte: Agência Brasil

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a negar, nesta terça-feira (16), que vá tomar qualquer medida de corte de orçamento público que envolva a redução do salário mínimo para as parcelas mais pobres da população, como aquelas que recebem da Previdência Social. Em entrevista à TV Record, ele destacou que o crescimento da riqueza no país deve ser distribuído de forma equitativa para todos.

"Quando alguém fala que eu deveria desvincular o salário mínimo da Previdência Social. O mínimo, já diz, é o mínimo. Não tem nada mais baixo que o mínimo. Então, eu não posso cortar o mínimo, que já é o mais baixo de tudo. Quando você tem que dar aumento do salário mínimo, você faz a reposição inflacionária. Se a inflação foi 3%, você repõe 3%. O crescimento do PIB nos últimos dois anos, a média, a gente dá de aumento do salário mínimo. Então, se durante dois anos o PIB crescer 6%, a gente além da inflação dá 6% de aumento. O que é humanamente justo, socialmente justo. 

Lula também destacou os números atuais da economia, que estão acima das expectativas dos agentes de mercado, e voltou a criticar a taxa de juros do Banco Central. "Não tem um único número que diga que o Brasil tem qualquer problema. A gente está crescendo mais do que a previsão do mercado. O mercado previa 0,8%, nós crescemos 3%. O mercado previa a inflação descontrolada, a inflação está totalmente controlada. A única coisa que não está controlada é a taxa de juros", afirmou. 

O presidente ainda exaltou a geração de empregos, o crescimento da massa salarial, e reafirmou o compromisso de isentar o Imposto de Renda quem ganha salário de até R$ 5 mil por mês.

"Geramos 2,5 milhões de empregos em um ano e sete meses. A massa salarial cresceu 11,7%. O salário mínimo é reajustado duas vezes acima da inflação. Isenção do imposto de renda para quem ganha dois salários mínimos e eu pretendo chegar a R$ 5 mil de desconto do imposto de renda. Tiramos 24 milhões de pessoas da fome. Então, nós estamos vivendo um momento sensacional", celebrou.

Meta fiscal

Lula foi perguntado se o governo pretende modificar a meta de déficit zero nas contas públicas, em 2024, para cumprir as regras do arcabouço fiscal, ao que ele respondeu que o mais importante é que a economia cresça com sustentabilidade fiscal.

"Esse país é muito grande. Muito poderoso. O que é pequeno é a cabeça dos dirigentes, de alguns especuladores. Porque esse país não tem nenhum problema. Se o déficit é zero, se é 0,1, o que é importante é que o país esteja crescendo. O que é importante é que a economia esteja crescendo. O que é importante é que o emprego esteja crescendo. O salário está crescendo. Nós vamos fazer o que for necessário para cumprir o arcabouço fiscal. Nós vamos criar um país com estabilidade jurídica. Nós vamos criar um país com estabilidade fiscal, com estabilidade econômica, com estabilidade social. Esse país terá previsibilidade", afirmou.

Na próxima semana, o Ministério da Fazenda deverá anunciar bloqueios no orçamento para cumprir a meta de resultado primário, segundo anunciou o titular da pasta, Fernando Haddad. 

Violência política

O presidente também comentou sobre a violência política no mundo, ao repercutir, novamente, o atentado sofrido pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que é candidato ao cargo nas eleições norte-americanas deste ano. Para Lula, o mundo vive uma era onde as pessoas não se respeitam e não respeitam a força do argumento.

"É abominável qualquer tipo de violência. Não é só com o ex-presidente Donald Trump. É a morte de um prefeito em uma cidadezinha no interior. É a morte de um vereador em uma cidadezinha no interior. Então, é preciso que a gente volte a ter tolerância. O que temos hoje é a derrota do argumento, o argumento vale muito pouco. O que vale hoje é mentira, o que vale é fake news. Porque quando você está dizendo a verdade, você tem que argumentar. Quando você está contando uma mentira, não tem que argumentar. Essa a diferença que está fazendo hoje falta na sociedade brasileira. A volta do argumento para os debates políticos. Está faltando um pouco de compreensão dos problemas do mundo".

Na mesma linha, o presidente defendeu a urgência de uma regulação sobre as grandes empresas de tecnologia, que controlam as plataformas de redes sociais.

"Não é possível que as empresas continuem ganhando dinheiro disseminando mentiras, fazendo provocação, campanha contra vacina, sem levar em conta nenhum compromisso com a verdade. Eu sou favorável a que a gente dê uma regulação, porque essas empresas não pagam nada. Ganham bilhões de publicidade. Têm muito lucro com a disseminação do ódio no mundo inteiro", disse. Fonte: Agência Brasil

Foto: Reprodução


O governo demissionário deve ficar em funções, com poderes limitados, até ser nomeado um novo primeiro-ministro.

O presidente francês, Emmanuel Macron, aceitou na tarde desta terça-feira a demissão do primeiro-ministro, Gabriel Attal.

No entanto, Attal e e o resto do governo vão continuar em funções até ser nomeado um novo primeiro-ministro. Attal pode ser ainda primeiro-ministro durante o início dos Jogos Olímpicos, que começam a 26 de Julho em Paris.

O executivo francês passa assim a governo demissionário, que não pode ser derrubado por uma moção de censura e tem poderes limitados.

Attal e outros ministros vão ser responsáveis apenas por despachar os assuntos correntes de forma a garantir a continuidade dos assuntos de Estado, sem tomarem nenhuma medida política de fundo durante este período interino.

Estas limitações podem ser problemáticas caso o período de transição para um novo Governo seja longo. E esta é uma possibilidade real, considerando a dificuldade dos partidos da Assembleia Nacional em chegarem a um consenso para apresentarem um novo primeiro-ministro

Candidata da sociedade civil

Vários partidos da coligação de esquerda Nova Frente Popular (NFP), que conseguiu o maior número de votos nas legislativas, chegaram a um consenso, na noite de segunda-feira: socialistas, ecologistas e comunistas propuseram o nome de Laurence Tubiana para primeira-ministra.

Tubiana é uma economista de 73 anos. Nos últimos anos, tem estado envolvida em questões ambientais: preside à Fundação Europeia do Clima, depois de em 2015 ter sido Representante Especial de França na Conferência da ONU sobre as mudanças Climáticas de Paris.

Tubiana foi apresentada como sendo uma candidata da sociedade civil, mas a proposta não está a ser bem recebida pela direção do partido La France Insoumise, que faz parte da NFT.

De acordo com o Jornal Le Monde, os presidentes dos grupos parlamentares que estão a propor Tubiana  vão também entrar em negociações com outros grupos parlamentares, com a exceção do Rassemblement Nacional de Le Pen e d' Os Republicanos de Éric Ciotti. O objetivo é criar um "cordão sanitário" impedindo a participação da extrema-direita na tomada da decisão. Fonte: Euronews

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