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Foto: Ascom/Prodeb
Foto: Ascom/Prodeb

Os aplicativos Preço da Hora e BA.GOV.BR estavam entre os principais serviços apresentados e utilizados pelos participantes


IA, inovação e os impactos das novas tecnologias no comportamento humano e nas organizações. Essas foram algumas das temáticas discutidas no Congresso Sucesu 2025 ao longo desta semana. Foram dois dias intensos com discussões e network entre profissionais e líderes de TI, fornecedores e fabricantes do setor de tecnologia da informação.


Nesta edição, a Prodeb teve papel de destaque no evento. Através de totens interativos e de forma descontraída, os aplicativos Preço da Hora, BA.GOV.BR e KnowBe4 (plataforma de treinamento em cibersegurança) puderam ser utilizados e testados pelos participantes durante o evento. Dessa forma, o cidadão pôde conhecer, mais detalhadamente, as facilidades e a agilidade que as plataformas digitais agregam às suas atividades diárias. O Preço da Hora permite a pesquisa de preço de mais de 500 mil produtos comercializados em toda Bahia. Já o BA.GOV.BR é a plataforma que reúne todas as informações e serviços digitais do Governo do Estado.


Além do estande, a Prodeb também marcou presença na programação de palestras. Rogério Vassoler, Coordenador de Plataforma de Serviços Digitais, ministrou a palestra “ba.gov.br – Transformação Digital no Estado da Bahia”.


Para José Rebouças, diretor-executivo da Prodeb, a evolução tecnológica vem acontecendo de maneira acelerada, transformando a vida das pessoas. “Hoje a IA vem impactando a comunidade e os ambientes corporativos. O que precisamos é direcionar, de forma responsável e segura, essas novas tecnologias para promover o bem-estar coletivo”.


Promovido pela Sucesu-BA (associação civil sem fins lucrativos que representa a comunidade de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) na Bahia), o congresso reuniu cerca de 1500 participantes no Centro de Convenções de Salvador. Fonte: SECOM/GOVBA

Foto: Ricardo Stuckert/PR
Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, sexta-feira (6), o estabelecimento de metas para o aumento do fluxo comercial entre Brasil e França. Atualmente, o comércio entre os dois países é de US$ 9,1 bilhões, segundo dados de 2024.


Para Lula, a troca comercial “é muito baixa” comparada, por exemplo, com o Vietnã, que tem US$ 13 bilhões de balança comercial com o Brasil. Ele convocou o setor empresarial de ambos os países a trabalharem para aumentar esse fluxo.


“Vocês, empresários franceses, e vocês, empresários brasileiros, tratem de trabalhar. Vamos sair daqui lançando um plano de metas: nos próximos 10 anos vamos chegar a US$ 20 bilhões, e trabalhar para isso. Porque se não tiver plano de metas e a gente só fizer as coisas quando a natureza permitir, não dá certo. Nós temos que forçar, tentar garimpar, descobrir as oportunidades”, disse Lula, que está em visita de Estado à França.


Ele participou da sessão de encerramento do Fórum Econômico Brasil-França, encontro que reuniu autoridades e líderes empresariais de ambos os países. Lula destacou as potencialidades dos dois países para investimentos nos setores da transição energética, indústrias da saúde e de defesa e no agronegócio.


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O presidente brasileiro voltou a defender o acordo entre a União Europeia (UE) e o Mercosul e reforçou o compromisso do governo brasileiro com o combate ao desmatamento e a recuperação de pastagens degradadas. No próximo semestre, o Brasil assume a presidência do Mercosul e Lula se comprometeu a finalizar as tratativas.


Negociado há mais de 20 anos, o acordo vem enfrentando resistência de alguns países, como a França, para que seja colocado em vigor. Para o líder francês, o acordo não leva em consideração exigências ambientais na produção agrícola e industrial. Já segundo Lula, a França é protecionista sobre seus interesses agrícolas.


"Se nós colocarmos os agricultores franceses junto com os brasileiros, vai ter uma descoberta extraordinária. Eles vão descobrir que as nossas agriculturas são complementares. Uma não prejudica a outra”, afirmou Lula no encontro com os empresários.


O acordo cobre temas tanto tarifários quanto de natureza regulatória, como serviços, compras públicas, facilitação de comércio, barreiras técnicas, medidas sanitárias e fitossanitárias e propriedade intelectual.


O ministro de comércio exterior da França, Laurent Saint-Martin, informou que no final deste mês estará com uma comitiva de empresários franceses no Brasil. Em discurso, ele destacou setores essenciais para os franceses, para investimentos no longo prazo, como energias renováveis, saúde, mundo digital, infraestrutura e logística. Fonte: Agência Brasil

Foto: Michelin/Divulgação
Foto: Michelin/Divulgação

Influenciada pelo aumento dos juros, a indústria empregou menos pessoas pela primeira vez em 18 meses. Segundo a pesquisa Indicadores Industriais, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada nesta sexta-feira (6), o número de postos de trabalho caiu 0,4% em abril, ante o mês anterior.


Essa foi a primeira queda mensal no emprego industrial desde setembro de 2023. Apesar do resultado, o total de postos de trabalho na indústria aumentou 2,6% de janeiro e abril, em relação aos mesmos meses de 2024.


Em nota, a CNI informou que o emprego industrial reage lentamente ao cenário econômico. Apesar dos aumentos de juros desde setembro do ano passado, o emprego industrial cresceu por 17 meses seguidos, porque a demanda por bens industriais ainda estava aquecida. Com a queda na demanda, o indicador parou de crescer em março e caiu em abril.


Massa salarial

Apesar da queda no nível de emprego, o mercado de trabalho industrial registrou dados positivos. A massa salarial da indústria cresceu 4,4% em abril na comparação com março. A alta reverteu as quedas de 0,3% em fevereiro e de 2,5% em março, mas o indicador acumula baixa de 1,3% de janeiro a abril em relação ao último quadrimestre de 2024.


Já o rendimento médio por trabalhador, que inclui salários, indenizações e participação nos lucros, aumentou 5% em abril, mas continua 2,5% abaixo do observado no fim do ano passado.


O número de horas trabalhadas na produção ficou quase estável, recuando 0,3% em abril na comparação com março. De janeiro a abril, o indicador acumula alta de 0,9% em relação ao último quadrimestre de 2024.


Faturamento e capacidade instalada

Outros indicadores indicam o efeito do aumento de juros sobre a indústria. O faturamento real (descontada a inflação) da indústria de transformação encolheu 0,8% em abril, após ter caído 2,1% em março. Mesmo com a queda, o indicador acumula alta de 2,4% nos quatro primeiros meses do ano, em relação ao último quadrimestre de 2024.


Após quatro meses de relativa estabilidade, a utilização da capacidade instalada (UCI) caiu 0,6 ponto percentual, para 77,9% em abril na comparação com março, na série livre de efeitos sazonais (sem oscilações típicas da época do ano). De janeiro a abril, a também cai 1 ponto percentual, em relação à UCI média do último quadrimestre do ano passado.


Realizada desde 1992 em parceria com as Federações Estaduais das Indústrias, a pesquisa Indicadores Industriais identifica, mensalmente, a evolução de curto prazo da atividade da indústria de transformação. Os estados pesquisados respondem a mais de 90% do produto industrial brasileiro. Fonte: Agência Brasil

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